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Eduardo vira o jogo no sufoco e quebra jejum

Julho 21, 2008

Atlético vence Coritiba por 3 a 2, no Mineirão


Goleador Eduardo decretou a virada atleticana no Mineirão, aos 28 minutos do 2º tempo

Depois de seis partidas, o Atlético voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. E no momento certo, pois o time poderia fechar a rodada na zona de rebaixamento. Mas foi no sufoco. O Galo saiu atrás, buscou a reação e venceu o Coritiba por 3 a 2, neste domingo, no Mineirão. Keirrison e César Prates (contra) marcaram para o Coxa, enquanto Gedeon, Petkovic e Eduardo viraram para o time alvinegro.

O resultado foi essencial para o Atlético na seqüência do Brasileiro. Além de ter tirado o time da zona de rebaixamento, quebrou um jejum de seis partidas sem triunfos do alvinegro na competição. Desde 12 de junho, quando bateu o Ipatinga por 4 a 2, no Mineirão, o Galo não conseguia deixar o campo com os três pontos. Foram três empates e três derrotas nesse período.

Com 15 pontos, o Atlético ultrapassou o Goiás e ficou a uma posição da zona de rebaixamento. A vitória deste domingo foi importante também para acalmar um pouco a torcida, insatisfeita com a campanha. Antes da partida, centenas de pessoas fizeram uma manifestação do lado de fora do estádio, protestando contra a diretoria. O próximo adversário será o Botafogo, quarta-feira que vem, no Engenhão.


Artilheiro abraça treinador Gallo, que tem confiança no seu futebol

Eduardo fez aos 28min do segundo tempo. Castillo ajeitou de cabeça e o goleador tocou na saída de Vanderlei, virando placar para 3 a 2.

Mesmo com toda a euforia da vitória, o jogador Eduardol viu a necessidade de seguir aperfeiçoando alguns quesitos. Eduardo perdeu uma chance incrível no fim do jogo, admitiu que precisa trabalhar um pouco mais para que o time possa acertar a finalização nos momentos importantes.

- Vou trabalhar para acertar da próxima vez. Perdi, mas tive a consciência de que errei. Trabalho para fazer, tive a oportunidade de marcar um e agora é trabalhar para acertar da próxima vez. A ansiedade acontece por causa vontade de acertar na hora de finalizar – diz o artilheiro.

Eduardo

11 Jogos
3 gols
1 assistência
3 desarnes
18 faltas
1 cartão amarelo
2 cartão vermelho

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Eduardo já é o goleador do ano no Galo

Abril 11, 2008

Ataque alvinegro vai se acertando aos poucos nesta temporada
Das agências de notícias Em Belo Horizonte

O início de temporada do Atlético-MG foi crítico. O ataque não se acertava, tanto que, nas nove primeiras rodadas do Estadual, o atacante Vanderlei foi o único jogador a marcar pelo time. Mas a história começou a mudar a partir da entrada de Eduardo.

Com o jogador de 21 anos no time, o Galo disputou cinco partidas, sendo quatro por competição. E, nesses jogos, o setor ofensivo funcionou, já que foram 13 gols marcados. Contando ainda com o amistoso com o Peñarol (URU), foram 14 gols em cinco jogos.

A média de Eduardo também é boa. Em cinco jogos como titular, ele tem quatro gols, sendo que o atacante balançou as redes adversárias nas últimas três partidas. Com espírito de grupo, Eduardo destaca as vitórias do time alvinegro, ao invés de seus gols.

- Foram gols importantes para mim e para o grupo. Mas ressalto que quando não marcar gols e o time sair vitorioso, vou estar feliz do mesmo jeito – diz o jogador, que tem 18 jogos como profissional e sete gols.

Sua média no atual elenco é melhor até do que a do ídolo Marques. Ele tem um gol marcado a cada 2,5 jogos, contra 2,7 do xodó da Massa. A média de Eduardo só não é melhor do que a de Marinho, que faz um gol a cada 2,1 jogos. Mas Eduardo avisa: a meta é deixar o companheiro para trás nesta disputa:

- O Marinho tem muito mais jogos no profissional do que eu, é uma comparação. Espero chegar a uma média igual a dele e de outros atacantes que passaram pelo Atlético.

Tupi de novo pela frente

Sobre a semifinal contra o Tupi, neste domingo, a expectativa é de mais uma partida complicada. No primeiro turno deu Galo na cabeça, vitória por 3 a 0. Mas Eduardo lembra que agora é diferente.

- Estudamos o time deles, com vídeos e outras coisas. Aquele jogo foi passado, temos que pensar no presente. Eles devem entrar com outra equipe e com outro aspecto, por se tratar de uma semifinal.